Desafios e avanços do Movimento Ambientalista no Brasil

O movimento ambientalista, originado no século XIX como reação às consequências da Revolução Industrial, busca promover a sustentabilidade e preservar o meio ambiente, integrando ciência e sociedade. Ganho de força global no século XX, especialmente na década de 1960 com eventos como a obra “Primavera Silenciosa” de Rachel Carson e a Conferência das Nações Unidas em Estocolmo de 1972, o movimento enfatizou a necessidade de políticas econômicas e sociais incorporarem a proteção ambiental.

Atualmente, influenciado por eventos climáticos extremos e a urgência das mudanças climáticas, o movimento adquire novas dimensões. Em 2025, o Brasil se destaca ao sediar a COP30 em Belém do Pará, sublinhando a relevância da Amazônia na agenda climática global e reafirmando o papel do país na liderança de políticas ambientais.

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No Brasil, três pilares conduzem o ambientalismo: o crescimento dos parques eólicos, especialmente no Rio Grande do Norte, impulsiona a transição para energias renováveis; a Estação Ecológica de Tamoios no Rio de Janeiro exemplifica os esforços para proteger a biodiversidade; e a defesa dos Yanomami contra o garimpo ilegal aborda as desigualdades sociais na promoção da justiça climática.

Contudo, o ambientalismo enfrenta desafios, incluindo desinformação e críticas de setores que minimizam a importância da sustentabilidade para proteger interesses econômicos. Apesar disso, o movimento continua a lutar pela sobrevivência e responsabilidade socioambiental, buscando um equilíbrio entre desenvolvimento e conservação.

Fonte: ICL Noticia

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